28 Dezembro 2009 - 00h50
Detenção em bairro do Porto
Agente da PSP foi agredido no Aleixo
Um agente da PSP do Porto foi violentamente agredido ontem à a tarde, durante uma acção policial no Bairro do Aleixo, na qual foi detido um traficante de droga. O polícia sofreu várias escoriações e teve mesmo de receber tratamento no Hospital de Santo António, no Porto. Segundo fonte do Comando Metropolitano da PSP, uma patrulha das brigadas de combate ao tráfico de droga abordou um grupo de homens parados junto à Torre 1 do Aleixo, suspeitos de venderem estupefacientes.
Perante a aproximação da polícia, a maioria dos suspeitos fugiu da zona, mas alguns reagiram violentamente. Foi durante aquele momento de confronto que um dos alegados traficantes agrediu a soco o agente, provocando-lhe lesões no rosto e no peito.
Para Romanos, Gregos e Troianos...Níveas, Queijos Frescos, Pica Chouriços...
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quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
G.N.R. Militares discriminados
07 Dezembro 2009
Guardas de Chaves dizem que em situações iguais são tratados de forma diferente
Alguns militares da GNR de Chaves enviaram uma participação para o Comando de Vila Real em que dizem sentir-se discriminados no posto de trabalho, levantando suspeitas de várias irregularidades que estão a ser cometidas.
Segundo o documento, em causa está o facto de em situações iguais os militares serem tratados de forma diferente. Tal acontece, por exemplo, na escala de ronda, ou seja no militar que é destacado para conduzir o carro do comandante. Em 90% das vezes foi sempre escalado o mesmo militar. Os GNR dizem ainda que são discriminados na atribuição dos carros, pois na maior parte das vezes ficam sempre com as viaturas mais antigas e em pior estado de conservação.
A participação destaca ainda a situação de um GNR que apesar de não fazer patrulhas recebe o subsídio correspondente a esse serviço, no final do mês
Guardas de Chaves dizem que em situações iguais são tratados de forma diferente
Alguns militares da GNR de Chaves enviaram uma participação para o Comando de Vila Real em que dizem sentir-se discriminados no posto de trabalho, levantando suspeitas de várias irregularidades que estão a ser cometidas.
Segundo o documento, em causa está o facto de em situações iguais os militares serem tratados de forma diferente. Tal acontece, por exemplo, na escala de ronda, ou seja no militar que é destacado para conduzir o carro do comandante. Em 90% das vezes foi sempre escalado o mesmo militar. Os GNR dizem ainda que são discriminados na atribuição dos carros, pois na maior parte das vezes ficam sempre com as viaturas mais antigas e em pior estado de conservação.
A participação destaca ainda a situação de um GNR que apesar de não fazer patrulhas recebe o subsídio correspondente a esse serviço, no final do mês
sábado, 5 de dezembro de 2009
Atropelamento Mortal
05 Dezembro 2009
Funeral de Maria...realizou-se ontem.
Família e amigos da mulher atropelada contra libertação
A capela acabou por ser pequena para acolher os mais de duzentos amigos e familiares que acompanharam a cerimónia. Cá fora, a indignação era geral devido à libertação de Luís..., o jovem que atropelou Maria..., a arrastou por dois quilómetros e fugiu. Foi apanhado no dia seguinte pela GNR a pintar o carro para apagar vestígios do crime, mas ficou em liberdade e nem está inibido de conduzir. "Como é que o juiz pode deixar um assassino em liberdade? Não há justiça neste país", lamentavam os familiares.
Funeral de Maria...realizou-se ontem.
Família e amigos da mulher atropelada contra libertação
A capela acabou por ser pequena para acolher os mais de duzentos amigos e familiares que acompanharam a cerimónia. Cá fora, a indignação era geral devido à libertação de Luís..., o jovem que atropelou Maria..., a arrastou por dois quilómetros e fugiu. Foi apanhado no dia seguinte pela GNR a pintar o carro para apagar vestígios do crime, mas ficou em liberdade e nem está inibido de conduzir. "Como é que o juiz pode deixar um assassino em liberdade? Não há justiça neste país", lamentavam os familiares.
GNR alvejado no braço
Um elemento da GNR de Barcelos foi hoje, quinta-feira, alvejado no braço, por um indivíduo de 72 anos que estava, desde quarta-feira, barricado em casa, em Vila Frescaínha, S. Pedro.
O disparo aconteceu naquela localidade de Barcelos ao início da manhã de hoje, quando, depois de horas de negociações a tentar demover o indivíduo que se encontrava barricado, a GNR decidiu entrar dentro de casa.
"Um dos guardas foi alvejado, com um tiro num braço, tendo sofrido ferimentos ligeiros. O autor do disparo foi detido", afirmou à Lusa Vaz Lopes, do departamento de Relações Públicas da GNR de Braga.
O disparo aconteceu naquela localidade de Barcelos ao início da manhã de hoje, quando, depois de horas de negociações a tentar demover o indivíduo que se encontrava barricado, a GNR decidiu entrar dentro de casa.
"Um dos guardas foi alvejado, com um tiro num braço, tendo sofrido ferimentos ligeiros. O autor do disparo foi detido", afirmou à Lusa Vaz Lopes, do departamento de Relações Públicas da GNR de Braga.
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Paredes: GNR agredida
Homem de 24 anos detido depois de denúncia de violência doméstica
Um homem de 24 anos foi detido pela Guarda Nacional Republicana, depois de uma denúncia de crime de violência doméstica, em Lordelo, Paredes, por agredir dois militares.
"No local, um indivíduo de 24 anos, desempregado, extremamente exaltado, quando confrontado com os agentes, disse: 'Tirai a farda que eu mato-vos'", disse à Lusa fonte da GNR.
O homem agrediu dois militares, que precisaram de receber tratamento hospitalar.
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Policia/Interior.aspx?content_id=1435557
Um homem de 24 anos foi detido pela Guarda Nacional Republicana, depois de uma denúncia de crime de violência doméstica, em Lordelo, Paredes, por agredir dois militares.
"No local, um indivíduo de 24 anos, desempregado, extremamente exaltado, quando confrontado com os agentes, disse: 'Tirai a farda que eu mato-vos'", disse à Lusa fonte da GNR.
O homem agrediu dois militares, que precisaram de receber tratamento hospitalar.
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Policia/Interior.aspx?content_id=1435557
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